O Partido da Mobilização Nacional (PMN) foi fundado após a abertura democrática no Brasil. Em 1984 foi lançado o Movimento da Mobilização Nacional, antecessor do partido que pregava a reforma agrária, a moratória conjunta dos países da América Latina e o rompimento com o FMI. O PMN foi inicialmente presidido por Celso Brant, ex-Ministro da Educação de Juscelino Kubitschek. Em 1985 lançou o arquiteto Sérgio Bernardes à prefeitura do Rio de Janeiro para consolidar o nome do partido.
O PMN participou das eleições presidenciais no Brasil em duas oportunidades. Em 1989, com o próprio Brant. Em 1998, o partido lançou a candidatura do brigadeiro Ivan Moacyr da Frota. Já em 2002, integrou a Coligação Brasil Popular, que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva presidente após três tentativas frustradas. Eventualmente, o partido tem tido representação parlamentar no Congresso Nacional. Nas eleições parlamentares brasileiras de 2006 o PMN não conseguiu superar a então recém-instituída cláusula de barreira estabelecida pela legislação eleitoral. Em decorrência disto, o partido fundiu-se com o Partido Popular Socialista (PPS) e o Partido Humanista da Solidariedade (PHS) para formar um novo bloco partidário, cujo nome adotado foi o de Mobilização Democrática (MD), mas depois que o Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional a cláusula, o bloco foi desfeito e os partidos se separaram.
Na Câmara Federal, a bancada, liderada pelo deputado Fábio Faria (RN), conta com mais dois deputados: Sérgio Petecão (AC) e Francisco Tenório (AL).
Atualmente, o partido é presidido nacionalmente pelo ex-deputado Oscar Noronha Filho. No Rio Grande do Norte, o PMN é liderado pelo deputado estadual Robinson Faria, atual presidente da Assembléia Legislativa.
Saiba mais: www.pmn.org.br/pmn